quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Igaci - A terra de um povo bom



Apesar de pequena e economicamente passiva, Igaci é uma cidade hospitaleira, de gente simples e de tradições pacíficas.
De origem indígena, a palavra IGACI significa Olhos d'Água. Seu povoamento teve início em meados do século XIX, quando o português João de Lima Acioli, um aventureiro caçador vindo de Água Branca em busca de caças e sem nenhum propósito colonizador, se instalou naquela localidade construindo um abrigo, denominado tocaia, para se abrigar dos fenômenos naturais e se camuflar, o que facilitaria a caçada. Escolheu o local por causa da grande quantidade de fontes de água que existiam na região. Após sua volta a Água Branca o local ficou denominado Olhos d'Água do Acioli.
Uma longa estiagem, ocorrida em 1877, obrigou sertanejos a se deslocarem para a região em busca da água abundante, o que contribuiu para a formação do primeiro povoado, tornando-se vila em 1904.
O distrito judiciário, pertencente a Palmeira dos Índios foi criado em 15 de junho de 1904, pela Lei Estadual n.° 428. Sua EMANCIPAÇÃO POLÍTICA ocorreu em 27 de dezembro de 1957, pela Lei 2.087, instalando-se oficialmente em 12 de janeiro de 1958, tornando-se município com o nome de Igaci, administrado pelo prefeito nomeado Pedro Soares da Silva.
Antes de sua emancipação, em 1932 teve inicio a construção do açude do rio Coruripe, açude Jacuípe. Sua construção se iniciou por trabalho braçal, com 120 homens vindos, principalmente, do sertão de Alagoas e Pernambuco. Para ali vieram em regime de Frente de Serviços, paga com recursos federais. Suas obras foram paralisadas em 1934, sendo retomadas em 1937. Os operários acabavam se abrigando embaixo de árvores, onde suas mulheres até davam a luz. Esse açude foi liberado para a pesca entre 1939 e 1940.
A implantação da Estrada de Ferro construída pela Great Western Railway Company, hoje Rede Ferroviária Federal, impulsionou o desenvolvimento da localidade.
Em 06 de julho de 1947 foi inaugurada a Estação da Rede Ferroviária, com tráfego de trens de passageiros e cargas entre as cidades de Arapiraca e Maceió em dias alternados. No mesmo ano foi implantado os serviços de Correios e Telégrafos. Também foi construida e inaugurada uma vila (a Vila da Linha ou das casas de turma) para abrigar os operários da rede ferroviária.
Em 1950 foi construida uma CASA DE FORÇA, que gerava e fornecia eletricidade para a iluminação urbana da localidade, acendendo suas luzes até as 22 horas.
Em 1954 foi implantada a Escola Mista Arnon de Mello, na 3ª linha da Colônia Agrícola.
Após sua emancipação a prefeitura funcionava num prédio alugado, de propriedade do prefeito Pedro Soares, onde hoje está localizada a Farmácia Romisa. Mais tarde, na administração de Manoel Sampaio, a prefeitura foi transferida para outro prédio, de sua propriedade, onde hoje funcionam o Mercadinho do Helber e a Agropecuária N. Sra. da Saúde. Ali funcionou por vários anos, até que o prefeito Lourenço Ferreira inaugurou o prédio atual.
Suas terras não pertenciam somente ao município de Palmeira dos Índios, mas também aos municípios de Limoeiro de Anadia e Atalaia. Foram pioneiros na sua construção e desenvolvimento, bem como na luta pela emancipação política, Serapião Sampaio, Santos Silva, Capitão Bartolomeu de Souza Vergueiros, Justino Luz, e a família de Carlos Pontes.
Em 1958 foi inaugurado o Cine Betânia, cinema de propriedade de senhor Pedro Soares da Silva, primeiro prefeito do município, cujo nome fazia menção a uma de suas filhas. Foi posteriormente vendido aos senhores Lourenço Ferreira da Silva em sociedade com João Jeremias. Funcionava no prédio onde hoje funciona o Banco do Brasil.
A principal praça da cidade (praça N. Senhora da Saúde) foi construída no primeiro mandato do prefeito Benedito de Almeida Silva. Para construção de tal obra foi necessário a demolição de várias casas ali existentes, bem como a retirada de um pequeno morro. Para isso, o prefeito contratou uma máquina vindo da Alemanha, em virtude da tamanha dificuldade de se encontrar maquinários desse tipo na região.

Lourenço Ferreira foi um dos maiores prefeitos da história, responsável por obras de grande importância para o desenvolvimento do município, como a construção da sede administrativa (que antes funcionava em prédios alugados), a pavimentação de ruas, a canalização de água potável, vindo da barragem da Carangueja, entre outras obras. Deixou como herdeiros políticos o vereador José Alcino e a atual vice-prefeita dra. Ana Cláudia.
O padre Luiz Farias Torres muito contribuiu para o seu desenvolvimento. Foi um grande entusiasta, visionário, fundador da Escola Cenecista Monsenhor Macedo, construida com recursos municipais, que muito contribuiu para a formação educacional dos igacienses.

José Petrúcio de Oliveira Barbosa foi outro que também contribuiu para o desenvolvimento do município, alavancando a sua produção agrícola, levando água encanada e energia elétrica aos diversos povoados do município, melhorando, assim, as condições de vida dessa gente.

Vários de seus filhos destacaram-se profissionalmente em diversas áreas.
Na educação destacam-se Severino Ferreira da Silva (uma enciclopédia viva), Ivonaldo Pereira de Lima, Maria Alves, entre tantos outros.
Na saúde merecem destaque a Dra. Ana Cláudia (conceituada pediatra) e Herbert Toledo (gastro-endocrinologista).
Na área militar, Bergson Toledo (delegado da Polícia Federal, reconhecido nacionalmente) e Barros (do alto escalão da marinha) entre outros.
Na área religiosa, os padres Luiz Carlos de Deus (na Espanha), Francisco Florêncio de Paula Neto (na Itália), o padre Francisco Paulino (em Manaus) e o padre José Torres.
Vale lembrar o nome do escritor Carlos Pontes, um dos grandes jurístas brasileiro, autor de vários livros na área e Deputado Federal pelo estado do Espírito Santo. Sua genitora lecionou na cidade por vários anos.


Figuras inusitadas sempre existiram por aqui. São pessoas simples, mas conhecidas por toda a sua população. Dentre elas podemos citar:


Mané Goiaba, o Beleza, Mané de França, Pistola, Zé Luzia, Dona Áurea (conhecida como Burra Cega) e Pedrão...


É bom citar nomes como o do vereador Valdir, nunca foi eleito, mas sempre foi uma autoridade.

Geografia

Geograficamente, Igaci está situada a 240 metros acima do nível do mar, entre os municípios de Palmeira dos Índios e Arapiraca, numa área territorial de aproximadamente 334 km². Limita-se com Craíbas, Cacimbinhas, Major Izidoro, Estrela de Alagoas, Palmeira dos Índios, Taquarana, Coité do Nóia e Arapiraca.

Sua principal atividade econômica é a agricultura e a pecuária, apesar de seu subsolo ser rico em diversos minerais ainda inexplorados.

FORAM PREFEITOS:
1ª Administração: De 12 de janeiro de 1958 a 31 de janeiro de 1961.
Prefeito: Pedro Soares da Silva (nomeado pelo vice-governador Sisisnando Nabuco de Melo, em 19 de novembro de 1958)
2ª Administração: De 01 de fevereiro de 1961 a 31 de janeiro de 1966
Prefeito: Manoel Correia Sampaio
Vice: Manoel Toledo de Albuquerque
3ª Administração: De 01 de fevereiro de 1966 a 31 de janeiro de 1970
Prefeito: Benedito de Almeida Silva
Vice: José Vicente Ferreira da Silva
4ª Administração: De 01 de fevereiro de 1970 a 31 de janeiro de 1973
Prefeito: Januário Tenório Cavalcante
Vice: José Laurentino Sobrinho
5ª Administração: De 01 de fevereiro de 1973 a 31 de janeiro de 1977
Prefeito: Benedito de Almeida Silva
Vice: José Mauricio da Silva Neto
6ª Administração: De 01 de fevereiro de 1977 a 31 de janeiro de 1983
Prefeito: Januário Tenório Cavalcante
Vice: Anatólio Florêncio da Silva
Em face de licença para tratamento médico, o vice-prefeito assumiu entre 10 de julho de 1981 e 09 de agosto do mesmo ano.

Administração: De 01 de fevereiro de 1983 a 31 de dezembro de 1988
Prefeito: Lourenço Ferreira da Silva
Vice: José Laurentino Sobrinho
8ª Administração: De 01 de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1992
Prefeito: Januário Tenório Cavalcante
Vice: Valter Loureiro de Souza
9ª Administração: De 01 de janeiro de 1993 a 31 de dezembro de 1996
Prefeito: Benedito de Almeida Silva
Vice: José Petrúcio de Oliveira Barbosa
O prefeito foi afastado do cargo por decisão da Câmara de Vereadores entre 31 de agosto de 1995 e 06 de novembro de 1996, assumindo o seu vice. Sua volta se deu por decisão da mesma Câmara.

10ª Administração: De 01 de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2000
Prefeito: José João de Lima
Vice: Abdias Vicente de Oliveira
Em meio a diversas denúncias de improbidade administrativa, o prefeito chega a ser afastado por duas vezes. O vice assume entre 26/04/1999 e 08/02/2000 e entre 25/05/2000 e 04/07/2000.

11ª Administração: De 01 de janeiro de 2001 a 31 de dezembro de 2004
Prefeito: José Petrúcio de Oliveira Barbosa
Vice: Lourenço Ferreira da Silva
12ª Administração: De 10 de janeiro de 2005 a 31 de dezembro de 2008
Prefeito: José Petrúcio de Oliveira Barbosa (reeleito)
Vice: Agnaldo Cavalcante Lisboa
 Com a renúncia do prefeito para lançar-se candidato a prefeito de Palmeira dos Índios, o vice assume entre 31 de março de 2008 e 31 de dezembro do mesmo ano.
13ª Administração: De 01 de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012
Prefeito: Antônio Eduardo Barbosa Amaral
Vice: Ana Cláudia Tenório Araújo




Esportes


Na década de 1980 Igaci tinha como grandes equipes de futebol amador:
O Sampaio Correia;
O Calouros do Ar (time do Zé Perninha)
Ferroviário Futebol Clube;
O Santos (Coité das Pinhas);
O Serrano (Pé de Serra);
O Palmeiras de Colônia (time do Miguel Fagundes);
Flamengo de Lagoa de Cima;


O Igaci Futebol Clube foi campeão Alagoano da Segunda divisão. Em sua passagem pela primeira divisão ainda revelou o craque Junior Viçosa, hoje no Rio Grande do Sul. O Palhinha também é fruto desse trabalho.


Outra modalidade esportiva bastante difundida na região era a cavalhada (estou pesquisando e buscando fotos para anexar em breve). Destacaram-se nesse esporte: Antonio Ferreiro, seu filho Marcinho e o Branca de Neve.









A Colônia Agrícola 05 de Julho

Visando o desenvolvimento e o povoamento da região, o governo federal implantou nesse município a Colônia Agrícola 05 de Julho , um assentamento com capacidade para mais de 100 familias, com casas em alvenaria, padronizadas, divididas em 05 linhas (ruas), com 22 lotes de 32 tarefas (9,6ha), cada. Quase todas as terras de Colonia Agrícola foram vendidas ao governo federal (Getúlio Vargas) pelo senhor Manoel Rogério que, vindo de Limoeiro de Anadia, instalou-se na região, apossando-se de uma vasta área. Nessas terras ele e sua família cultivava feijão, milho, mandioca e algodão. Outra cultura que tinha muito valor comercial naquela época era a jurubeba e a mamona, abundantes na região. Após a venda, senhor Manoel Rogério continuou morando com sua família e administrando parte terras, onde ainda hoje permanece parte de seus descendentes. Na época da implantação da Colonia Agrícola 05 de Julho, chegou a localidade o senhor Manoel Leandro de Souza (o Seu Bié), sua esposa Maria da Concceição e seus dois filhos, Guilherme e Francisca (dona Chiquinha), oriundos de Cajazeiras do Rio do Peixe - PB. Seu Bié trabalhou na construção das casas e tomou posses de uma das glebas na 3ª Linha, a segunda, no sentido leste-oeste. Sua filha Francisca, a Dona Chiquinha, casou-se com Pedro Rogério, filho de Manoel Rogério, com quem teve 25 filhos. A divisão de Colonia se deu da seguinte forma:
A Primeira Linha (denominada Sementeira) já era desde então um campo experimental, com escritórios, laboratórios, casas de máquinas, tratores, gado bovino de genética selecionada, equinos, avestruzes, dentre outros animais, e plantações de verduras e frutas. O resultado desses experimentos deveria ser utilizado no desenvolvimento da região, o que não acontecia por falta de vontade de seus dirigentes. Nela residiam os doutores, nas casas construidas próximo ao escritório central e, nas casas mais afastadas, alguns colonos, entre eles a família Francino Vanderlei. Lá, também foi construida a Escola Isolada de Colônia, depois denominada Escola Estadual Otacília Jatobá Torres, em homenagem a sua primeira professora, que foi a primeira escola pública no município a oferecer o 1º grau completo. Hoje funciona como anexo da Escola Maria Amélia Sampaio Luz.
A 2ª linha ainda hoje é habitada, principalmente, família Pereira, oriunda de Viçosa - AL.
A 3ª Linha, teve como primeiros habitantes as famílias de Manoel Leandro de Souza (seu Bié). vindos da Paraíba, Alfredo Fagundes (José Fagundes, Manoel Fagundes, Miguel Fagundes) vindos de Mata Grande, seus genros Pedro Félix e Hilário Valério da Silva (vindo de Pernambuco), e a família de Manoel Rogério. Na terceira linha foram construidas duas escolas: a Escola Isolada Arnon de Mello, que funcionou por pouco tempo com alunos vindos de fora, e a Escola Rural Professor Colombo Etiene Arregui, essa construida em mutirão por seus moradores, com incentivo do senhor Dr. Hélio Ferreira de Araújo, que buscou verbas na capital federal, junto ao ministro da educação, o qual fez uma doação pessoal do valor para a compra de parte do material de construção. Ao lado da referida escola funcionava um ambulantório médico, a farmácia e uma pequena biblioteca. A escola tambem funcionava como espaço das reuniões da Associação Agrícola de Colônia, fundada por Hilário Valerio da Silva, José Fagundes de Lima, Manoel Fagundes de Lima, Pedro Félix da Silva, Miguel Fagundes de Lima, sob orientação do Dr. Hélio Ferreira de Araújo e Sr. José Carneiro. Foi a primeira associação de Igaci. Colonia Agrícola foi criada com o mesmo propósito da bem sucedida Colônia de Pindorama, mas não teve a mesma sorte, graças ao interesse de seus organizadores (os doutores agrônomos da 1ª linha) que forçavam os colonos a trabalhar um dia por semana em regime de semi-escravidão, e a vender suas colheitas a esses, por preços irrizórios. A falta de gerência por parte do governo e a falta de investimentos e apoio financeiro aos produtores, fez com que muitos abandonassem suas terras. Mais tarde, resultado de muita luta e organizados em associação, os colonos receberam o título de propriedade definitiva da terra.
Em 1993, em meio a forte pressão política e a insatisfação com a gestão, a Associação Agrícola de Colônia dividiu-se e foi criada a Associação dos Produtores Rurais de Colônia Agrícola, dirigida pelos senhores Heriberto Félix da Silva, Hélio Valério da Silva e Luiz Gonzaga da Silva(Luizinho). Era composta por agricultores com visão política diferenciada, partidários do então prefeito Benedito Almeida. Essa associação foi a responsável pelo projeto de eletrificação rural da comunidade, atendendo, inicialmente, a 2ª e a 3ª Linhas. Após a execussão desse projeto, por questões de divergências políticas entre os diretores, a associação foi desativada.
Hoje, Colonia Agrícola dispõe de duas escolas em atividade: a Escola Estadual Otacília Jatobá Torres - primeira escola pública a oferecer todo o ensino fundamental de 1ª a 8ª série - hoje oferecendo ensino de nível médio e funcionando como anexo da Escola Estadual Maria Amélia Sampaio Luz, e a Escola Municipal Alfredo Rogério, de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental.
A Associação Agrícola de Colônia, mesmo passando por dificuldades, continua em atividade.

5 comentários:

Associação Nossa Senhora Aparecida disse...

Olá, professor Hélio!
Seu blog, inicialmente, é interessante.
Podemos trocar algumas ideias bacanas...
acesse meu blog: associacaopedeserra.blogspot.com
Até mais!

Alex

MASTER CENTER INFORMÁTICA disse...

Muito bem Professor Hélio, muito criativo mesmo essa sua atitude, sabe Igaci precisa mesmo de Mais Divulgação, Nossa Cidade não tem nem uma placa cara, q Horror, é porisso q saí desse lugar, naum tem nada a Oferecer mesmo... Muito bem bolado o blog gostei muito... Abração!!!!!!!!!!!

HERBETH JOSE TOLEDO SILVA disse...

PARABÉNS PROF. HELIO PELA MATÉRIA; ACHO QUE VC PODE MELHORAR BASTANTE SE CONVERSAR COM OUTRAS PESSOAS QUE FIZERAM PARTE DA HISTÓRIA DA REGIÃO - HÁ UMA LACUNA MUITO GRANDE A SER PREENCHIDA, INCLUSIVE POLÍTICA: PODEMOS DAR ALGUMAS SUGESTÕES: CONVERSE COM A PROFESSORA SALETE DO AMARÍLIO, SEVERINO FERREINA, EDICLER; ACHO QUE MUITA COISA PODE SER DITA SOBRE A LINHA FÉRREA, AS PRIMEIRAS ESCOLAS PÚBLICAS, COMO TUDO COMEÇOU; O ESFORÇÓ MEMORÁVEL PARA A FUNDAÇÃO DA ESCOLA CENECISTA, DE ONDE TIVE A OPORTUNIDADE DE SER UM DOS PRIMEIROS ALUNOS; FALAR DO FOLCLORE, DAS CAVALHADAS QUE ERA TRADICIONAL E UMA FESTA MUITO BELA; A FESTA DA PADROEIRA...
PODEMOS FAZER UM APANHADO E DIVULGAR COISAS MUITO INTERESSANTES: A FAMÍLIA DO SR. ARNALDO DA ESTAÇÃO, DO SR. ALUIZIO, DO FERROVIÁRIO FUTEBOL CLUBE, DO BOTAFOGO, DO CSA. É MUITO GOSTOSO LEMBRAR DE TUDO ISSO. ISSO, CHAMA-SE CONSTRUIR IGACI...

HERBETH TOLEDO

Anônimo disse...

parabéns professor Hélio, muito intessante esse blog,descobri coisas q jamais iria descobrir. parabéns mesmo!!

israel disse...

meus parabens ao professor helio pela iniciativa de fazer estes comentários sobre a cidade de Igaci Al mais tambem quero dar o meu parecer lembrando que ouve outras pessoas que deram inicio a Associação dos produtores agriculas de Colonia como antes de ser Associação era a antiga missão rual que tinha como a poio a então ancar daquela época onde não lembro quem era o presidente da missão rural mais sei que como secretária desta foi a Sra. Ana felix Maracaipe depois de desativada esta missão rual alguns tempos depois foicriado a associação dos produtores rurais de colônia agricola com o presidente Raimundo Josino que tambem era um quase são cristão da igreja atólica de Igaci tendo como vice presidente este que escreve no momento israel gomes maracaipe e depois de algun tempo ou seja do segundo mandato desisti do cargo de diretoria fazendo parte então da Cooperativa de palmeira dos indios como socio da referida cooperativa me tornei vice presidente da mesma por dois mandatos de 04 anos consecutivos daí então deixei de fazer parte do quadro social da referida associação. por enquanto é oque desejo informar,a titulo de ajuda de inform~ções pra enriquecer a história desta cidade tão qurida da nossa infancia agradeço pelo espaço neste blog desejando a todos um feliz dois mil e treze cheio de sucesso a todos
com saudades Israel Gomes Maracaipe meu e-mail para corespondençias é israelmaracaipe@hotmail.com